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O chefe do Estado-Maior Conjunto do Brasil, José Carlos de Nardi, informou nesta terça-feira desde Caracas do desenvolvimento de “uma operação” junto à Venezuela contra os delitos na fronteira entre as duas nações a fim de resguardar a região.
“Vamos fazer uma operação contra os ilícitos fronteiriços, uma operação que a presidente (do Brasil), Dilma Rousseff, determinou que fizéssemos na fronteira”, disse Nardi à estatal “Venezolana de Televisión”.
“Já fizemos toda a fronteira desde a Colômbia até o sul do Brasil e agora chegou a vez da Venezuela”, apontou o general brasileiro, que se reuniu nesta terça-feira com o ministro da defesa venezuelano, Henry Rangel Silva.
“Não é uma operação militar com canhão militar, isso não há na América do Sul”, esclareceu o militar.
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Rangel, por sua vez, deu as boas-vindas à Venezuela ao “general De Nardi” e assinalou que estas reuniões acontecem “pelo bem dos povos, das forças armadas, pela proteção de nossos recursos e a integração plena das forças armadas rumo a um futuro melhor”.
Durante uma reunião produzida no início de janeiro, o ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e seu par venezuelano, Rangel Silva, fizeram votos para desenvolver ainda mais os laços bilaterais em matéria defensiva.
“Temos uma relação excelente, como se sabe, entre Brasil e Venezuela, mas talvez esta dimensão de defesa não esteja suficientemente desenvolvida”, declarou Amorim na época.
O ministro brasileiro disse então que foi analisada a possibilidade de promover uma maior cooperação na fronteira entre Venezuela e Brasil, de cerca de 1.700 quilômetros.
Terra/monrtedo.com
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