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Sergio Torres
Crédito: Armada de Chile/Divulgação
“A estação acabou”, disse um oficial da Marinha lotado na Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Secirm), envolvida nas atividades brasileiras na Antártida, em telefonema cedo à uma pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que voltou da estação este ano.
O militar teve a incumbência de informar os coordenadores de pesquisas sobre o incêndio ocorrido na madrugada deste sábado, 25, na Estação Comandante Ferraz, base científica e militar brasileira na Antártida. Havia 60 pessoas na estação, metade delas pesquisadores de universidades nacionais, que escaparam ilesos.
A estação foi destruída durante o incêndio que causou a morte de dois sargentos. Em nota, a Marinha não reconhecia nem as mortes nem a destruição da base. Informava apenas que dois militares estavam desaparecidos e que um terceiro teve ferimentos, mas não corre risco de morte.
O fogo começou na praça das máquinas, onde funcionam os geradores da estação, e se alastrou com rapidez. A estação tem um formato contínuo. A praça das máquinas não é separada fisicamente dos alojamentos e demais ambientes.
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