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Tardiamente, como quase sempre, os generais presidentes dos Clube Militar, Naval e da Aeronáutica publicaram nota demonstrando sua desaprovação às recentes declarações da Secretária dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, que acenou com uma ilegal responsabilização criminal dos militares por crimes relacionados à repressão durante a ditadura e da nova Secretária das Políticas para Mulheres, a abortista e ex-terrorista Eleonora Menicucci, que, sem corar, afirmou no discurso de posse ter lutado pela implantação da democracia no Brasil e teceu elogios aos “companheiros tombados na refrega”, no que foi aplaudida por Dilma et caterva.
Os generais de pijama também estão bravos com o PT (vejam só!), que, na comemoração de seus 32 anos, prometeu empenhar-se em resgatar a memória ‘da luta do partido contra a ditadura militar’ (detalhe: quando o partido foi fundado, sob a batuta do general Golbery, a anistia já havia sido decretada, junto com o fim do bipartidarismo).
Por outro lado, segundo o Estadão, a carta “traduz a insatisfação de militares da ativa”, proibidos de se manifestar.
Quais militares, cara-pálida? Os comandantes que engolem sapos e mais sapos sem dar um pio? Os que empurram para baixo do tapete as precariedades materiais das Forças que comandam? Os que não dizem um ‘ai’, colaborando pela omissão, sobre o massacre revisionista que sofre a história a respeito dos fatos ocorridos no Brasil no período do regime militar? Os que envergonham-se em relembrar a infâmia que foi a Intentona Comunista? Conta outra, vai!
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