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Austrália: escândalo sexual nas forças armadas

Documentos internos dos militares australianos, agora divulgados pelo canal de televisão Seven News, referem “acusações de pornografia infantil, tráfico de droga e violações”.
As forças armadas da Austrália estão envolvidas num novo escândalo sexual, que inclui alegações de agressões, pornografia infantil, violações e drogas entre as suas fileiras, de acordo com o canal de televisão Seven News .
Documentos citados por aquele canal dão conta de “falhas de disciplina, na maioria dos casos muito graves, entre as forças armadas da Austrália”.
No ano passado foram registados mais de 100 incidentes entre as forças armadas australianas, desde percalços com armas a agressões sexuais, especialmente na Marinha, onde as alegações de má conduta em quatro navios de guerra estão a ser investigadas, referem os documentos.



Vídeos pornográficos

Entre essas alegações sob investigação há dois casos que foram entregues à polícia, um referente a um oficial sénior que filmou encontros sexuais que teve com marinheiros juniores e o de uma marinheira que diz ter sido sexualmente agredida por um colega durante uma visita ao porto de Singapura.
De acordo com o canal Seven News, os documentos a que teve acesso também referem “acusações de pornografia infantil, tráfico de droga e violações”.



Sexo no Skype
No ano passado, as forças armadas australianas viram-se envolvidas num escândalo denunciado por uma jovem cadete de 18 anos, que disse à imprensa ter tido sexo com um colega que alegadamente divulgou o encontro através do Skype para os amigos poderem assistir.
Este caso conduziu à realização de diversas investigações, que abrangeram colégios militares.
Um oficial da Marinha australiana foi em dezembro condenado a 18 meses de prisão por ter espancado uma jovem marinheira, alegando ter sido um teste à sua disciplina e obediência.

As Forças Armadas da Austrália afirmam em comunicado “não haver tolerância para violações ou falhas de segurança”, salientando que a “Defesa é uma grande organização com uma força laboral de mais de 103 mil militares e civis, que estabelece e espera de cada membro os mais altos valores e padrões de comportamento”.

“Uma organização é medida pela forma como responde a tais alegações e a Defesa respondeu prontamente a estes incidentes, incluindo a entrega de questões criminais às autoridades civis competentes”, conclui o comunicado.
EXPRESSO (PT)/montedo.com

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