Militar morre ao fazer teste de aptidão física na Capital
LAíS CAMARGO
Na manhã desta quinta-feira (17), o subtenente da 9ª Região Militar, em Campo Grande, Wildson Câmara dos Santos morreu de “mal súbito” pouco após fazer um teste de aptidão física. Aos 43 anos de idade, o subtenente fazia atividades físicas obrigatórias de segunda a quinta-feira e era atleta. Pai de dois filhos, Wildson era natural de Natal (Rio Grande do Norte), onde será sepultado.
Segundo informações do Tenente Coronel Ocampos, da 5ª seção, o teste de aptidão física é realizado três vezes por ano e, a julgar pela patente de Wildson, ele já havia passado várias vezes pela bateria de exercícios de corrida, abdominais e flexões. Ele não registrou hipertensão em nenhum dos testes e assim que se sentiu mal foi atendido no local e levado para o Hospital Militar. O hospital não concluiu o laudo da morte.
CORREIO DO ESTADO
Respostas de 5
O apoio médico no TAF se restringe a um médico, geralmente sem experiência, uma ambulância com uma maca e equipada com algodão e novalgina e só. Seria o caso de ter pelo menos um desfibrilador, já que nossos chefes falam que as pessoas são o bem mais importante da instituição.
Já vi TAF e TAT sem equipe médica e ambulância !
Isto é reflexo da mudança dos índices do TAF, que agora são para atleta, o militar envelhece, porém os índices dos exercícios quase não se alteram.
O TFM diário também não é suficiente para um St que deve estar beirando os 44 anos atingir excelente neste TAF.
É necessário infraestrutura (academias…) e acompanhamento específico de preparador físico.
Na verdade pouca gente treina para chegar ao excelente mas no TAF muita gente se arrebenta para alcançar o índice.
Copiaram um TAF de Exércitos de países ricos (EUA, Inglaterra, França…) para aplicar no EB.
Coitados! Os militares já estão morrendo de tanta frustração.
A verdade é q na época em q a EsEFEx realizou testes para a reformulação dos índices do TAF, foi pedido a BDA INF PQDT q mandasse militares para os testes. Os Comandantes designados, não queriam ver seus batalhões sendo associados a militares com índices q não fossem excelente, então simplesmente mandaram seus atletas. Ou seja o q os militares fazem hoje é um TAF d atletas…