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Transportes retoma contagem de veículos em rodovias federais
O Ministério do Transportes começou nesta sexta-feira a segunda etapa da Pesquisa Nacional de Tráfego, que vai levantar quantos e como são os veículos que circulam pelas rodovias federais do País. Em parceria com o Exército, serão instalados 120 postos de contagem para avaliar 48 rodovias federais em 23 Estados.
Durante uma semana, 24 horas por dia, todos os veículos que passarem pelos postos serão contabilizados e classificados. Alguns motoristas serão abordados para responder a uma pesquisa para identificação de origem, destino e informações socioeconômicas. A coleta de dados deverá fornecer informações para a versão 2011 do Plano Nacional de Logística e Transportes, que servirá para direcionar futuros investimentos no setor.

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Na primeira fase da pesquisa, em maio, o governo registrou 1,6 milhão de passagens em 22 postos de coleta, a maioria (53,3%) feita por carros de passeio. As viagens de caminhões, incluindo os sem carroceria, somaram 38,4%. Os ônibus representam 2,8% do total do tráfego das rodovias federais, e as motos, 5,5%.
Os primeiros dados do levantamento revelam que a frota que circula pelas rodovias do País tem, em média, 6,8 anos de uso. Na categoria de veículos de carga, a média é maior, 8,9 anos.
Uma terceira etapa da pesquisa está programada para novembro. De acordo com Ministério dos Transportes, a divisão do levantamento em três períodos é feita em função da sazonalidade do escoamento de cargas, ligada às safras agrícolas.
TERRA

Comento:
Ai, ai, que preguiça! Amigos, sobre o tema, que é recorrente, não vou gastar meus já escassos neurônios. Apenas republico o comentário  que postei em 25 de maio:
Gente, abomino as tais teorias da conspiração, que normalmente configuram afrontas à inteligência e à racionalidade. Porém, diante de tantos fatos, constantes e repetidos,  estou convencendo-me que existe algo mais entre a missão constitucional do EB e o uso no varejo que dele faz o governo petista do que supõe nossa vã filosofia.
Notem que não são mais episódios eventuais e locais, como, historicamente, sempre ocorreu. São ações coordenadas por altos órgãos da república dos companheiros, que vão transformando as Forças Armadas, o Exército em particular, em serviçais sempre às suas ordens para cumprir as mais comezinhas tarefas, totalmente alheias às responsabilidades que lhes são atribuídas pela Carta Magna.
O outrora altivo Exército Brasileiro está sendo transformado em força auxiliar do governo, usado escancaradamente para fins políticos diversos.O pior de tudo é que, por trás desse uso inadequado, está implícita a maliciosa idéia de que, já que os milicos não fazem nada mesmo, que ao menos justifiquem os (magros) salários que a Nação lhes paga realizando tarefas que poderiam ser executadas por estudantes, escoteiros, ONGs, clubes de serviço, etc. Isso ocorre sob a complacência dos chefes militares, que não só aceitam como transformam o subemprego das tropas em diretrizes de comando.
Pobre Nação que trata assim suas Forças Armadas. Pobres militares que vão sendo pouco a  pouco rebaixados de suas atribuições constitucionais para virarem mandaletes dos poderosos de plantão.
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