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Soldado do Exército é morto em suposto assalto no Mutuá
O jovem foi assassinado após suposto assalto (Foto: Sandro Nascimento) ::

Rio – O sonho do soldado André de Souza Inácio, 19 anos, de seguir uma carreira promissora no Exército, foi interrompido na madrugada da última quinta-feira (8), durante um suposto assalto, na Rua Iguaçu, no Mutuá, em São Gonçalo.
Lotado na Fortaleza de Santa Cruz, desde Janeiro deste ano, quando foi convocado para servir ao Exército, André tinha planos de seguir na carreira militar e, assim, ajudar a família.
No dia do crime, o soldado saiu de casa, por volta das 15h, com a namorada. Os dois foram ao shopping, no bairro Boa Vista, e, por volta das 20h, após deixar a jovem em casa, André retornou para sua residência, no Boassu.
André, então, avisou a mãe que daria mais uma volta de moto. Parecendo pressentir algo, a mãe do rapaz pediu que ele não saísse outra vez. André disse que voltaria logo, mas, na manhã daquele dia, o pai do jovem recebeu a notícia de um agente da 72ª DP (Mutuá), que haviam encontrado um celular e R$ 200 com um jovem. O pai foi até a delegacia e reconheceu o objeto como sendo de André e, mais tarde, reconheceu como sendo do soldado o corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Tribobó.
O pai de André contou que a motocicleta do jovem, uma Titan preta Mix, e os documentos foram roubados pelos criminosos. “Meu filho tinha o hábito de guardar dinheiro dentro das calças e acho que por isso a quantia não foi levada pelos criminosos. Ele era um garoto do bem que não tinha vícios e era muito estudioso. André nunca repetiu um ano na escola e tinha planos grandes para o futuro. Foi muita maldade o que fizeram com o meu menino. Ele era muito especial e só deixou lembranças boas. Até quando vamos ter que conviver com tanta violência?” , questionou o pai do jovem.
Apesar de o crime ter acontecido a poucos metros do Posto de Policiamento Comunitário (PPC) do bairro, a polícia ainda não tem pistas dos autores do assassinato. Quem tiver alguma informação dos assassinos ou da motocicleta da vítima pode ligar para 2253-1177 ou 3707-1496. O anonimato é garantido.
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