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LICENÇA EX-OFFICIO
Soldados do Caso Monique são expulsos da Aeronáutica

Nesta quinta-feira (1º), eles fizeram exames médicos, exigência do procedimento, e entregaram as fardas
Os três soldados que estavam com a cabeleireira Monique Valéria de Miranda Costa, de 20 anos, na madrugada do dia 7 de agosto, quando ela foi morta por um tiro acidental nas dependências da Aeronáutica, foram expulsos da corporação. Nesta quinta-feira (1º), eles fizeram exames médicos, exigência do procedimento, e entregaram as fardas. Os jovens estão sendo incidiados por homicídio culposo, isto é, sem intenção de matar, pela justiça militar.
Monique de Freitas da Silva, uma das duas amigas que também participavam do encontro no quarto do Hotel de Trânsito de Oficiais, no Parque de Material Aeronáutico, no Ibura, Zona Sul do Recife, assumiu a autoria do disparo que matou Monique Valéria e também está sendo investigada por homicídio culposo, mas pela polícia civil.

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Além disso, os cinco jovens serão indiciados por fraude processual pela polícia civil, já que o delegado responsável pelo caso, Igor Leite, entendeu que eles forjaram uma situação para esconder a verdadeira causa da morte da jovem.
No termo militar, os soldados Bruno Lima, Gleidson Gonzaga, e Eliedson Paulo tiveram licença ex-officio, ou seja, licença determinada pelo chefe, independente da vontade do servidor. Eles foram enquadrados no Estatuto dos Militares e não podem mais atuar na corporação, independente da situação.
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