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Força Militar: Ação na fronteira
MARCO AURÉLIO REIS
A Estratégia Nacional de Defesa ganhou este mês visibilidade inédita: pistas clandestinas de pouso distribuídas, uso de armamento real envolvendo 3.500 militares, ataques noturnos e estreia operacional do primeiro Veículo Aéreo Não Tripulado da Força Aérea Brasileira, o RQ-450. Chamada de Ágata, a operação iniciada no início do mês e sem data para terminar reprime o tráfico de drogas e armas na fronteira. 
Sinal operacional claro da ação das Forças Armadas, a iniciativa tem como destaque até agora a destruição de três pistas de pouso clandestinas, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Em momentos de briga por reajuste de soldos, a operação sinaliza o absurdo que é um militar das Forças Armadas receber bem menos que os policiais federais e os PMs de Brasília. “Eles não ganham muito. Nós é somos mal pagos”, avalia suboficial ouvido pela Coluna.
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