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Treinamentos militares precisam se modernizar. E já!
José Dirceu
Mais um lamentável e inadimissível episódio revela os excessos cometidos em algumas unidades das Forças Armadas durante o treinamento de jovens militares. Ontem, 57 praças da Marinha que participavam do Curso de Formação de Fuzileiros Navais foram internados no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, com sintomas de síndrome respiratória, dentre eles dor de cabeça, febre, coriza e tosse.
Dois destes jovens estão na UTI e apresentam insuficiência renal e respiratória. A suspeita é que contraíram uma bactéria durante o treinamento. Médicos da unidade hospitalar militar e da Secretaria municipal da Saúde investigam as causa dos sintomas. Já os familiares denunciam maus tratos e garantem que muitos desmaiaram e foram impedidos de beber água durante os exercícios.
Essas verdadeiras torturas as quais são submetidos os jovens militares são inadmissíveis. Forças Armadas e Polícias Militares precisam empreender mudanças já, antes que seja tarde. Está mais do que na hora de pormos um fim à prática de exercícios físicos exagerados nessas instituições. Elas precisam de uma grande reforma interna, tanto em suas escolas, quanto nos sistemas de ensino, particularmente em seus currículos.
Treinamento e currículos precisam se modernizar
Orgãos como o Ministério da Educação (MEC), a Ordem dos Advogados do Brasil e o Congresso Nacional têm muito a contribuir com esta reforma nas Forças Armadas, da mesma forma que as assembléias legislativas no caso das PMs.
É urgente uma reforma dos códigos legais, regulamentos internos e normas disciplinares dessas instituições, evidentemente, sem que com isso se esteja fazendo qualquer pregação quanto à quebra de hierarquia.
O que não podemos é assistir a episódios como esse que revelam grande descontrole e falta de disciplina por parte dos responsáveis pelo treinamento e, também, falta de respeito pela integridade física e psíquica desses jovens.
Comento:
Pois é, minha gente, o impoluto democrata Zé Dirceu quer o MEC, a OAB e os políticos “contribuindo” com a reforma das FA, à pretexto de uma revisão de códigos, regulamentos e normas disciplinares.
Seria muita ingenuidade acreditar nas boas intenções desse senhor. Por trás desse blá-blá-blá retórico está a velha tática gramcista, adotada pelas esquerdas latino americanas após a queda do muro de Berlim.

Não é difícil imaginar que, de quebra, essa “ajuda externa”seria usada para cravar uma estaca ideológica no coração do sistema de ensino dos Colégios Militares, no currículo das escolas de formação, etc, para júbilo da corja esquerdopata.


Enquanto os chefes militares engolem sapos e mais sapos para permanecer agarrados aos cargos, maus profissionais continuam cometendo abusos pelos quartéis do Brasil e dando munição para que um tipo desses se julgue no direito de pregar moral de cuecas.
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