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Marinha confirma internação de outros 5 recrutas de curso no Rio
Além deles, 11 alunos deram entrada em hospital com sinais de conjuntivite.
Grupo de 38 recrutas que estava internado recebeu alta ontem à tarde.

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A Marinha confirmou que outros cinco recrutas do Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (Ciampa), em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, foram internados no início da noite desta segunda-feira (22), no Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, no subúrbio.
Segundo a Marinha, os sintomas de síndrome respiratória são os mesmos apresentados pelos 57 alunos do Ciampa que foram internados na quarta-feira (17).
A Marinha informou, ainda, que os cinco alunos que hospitalizados nesta noite passam por exames e estão em observação. Outros 11 jovens também deram entrada no hospital nesta segunda-feira com sintomas de conjuntivite. No entanto, segundo a Marinha, eles foram medicados, liberados e retornaram ao centro de treinamento.
Mais cedo, um grupo de 38 recrutas que estava internado recebeu alta médica. O Comando do Primeiro Distrito Naval informou que eles vão retornar às atividades normais no Curso e serão acompanhados pela Divisão de Saúde do Ciampa. Os demais alunos apresentam boa evolução clínica e continuam recebendo a necessária assistência médica.
O Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais teve início no dia 8 no Ciampa, com 637 alunos matriculados.
G1

Aposta é combinação esforço elevado com gripe
Aposta nos quartéis da Marinha no Rio é que não foi só reação à vacina contra gripe que levou 57 recrutas da Força a baixar o hospital. “O exercício lá é brabo mesmo. Fica no limiar do excesso. Nossa aposta é que foi a combinação da reação à vacina com o exercício”, conta um praça de Marinha, recordando de espisódio ocorrido há três anos quando intoxicação por comida levou outro grupo de recrutas à internação. “Foi bem diferente. Naquela época todos passaram mal e não só um grupo”, acrescenta a despeito a desconfiança de parentes dos internados segundo a qual água contaminada é que teria provocado a internação dos 57 na semana passada.
O DIA/FORÇA MILITAR

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