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ENQUANTO OS NOVOS CAÇAS NÃO VÊM
Pilotos que não saem do chão, mudanças no controle do espaço aéreo e alterações de unidades militares, com deslocamentos de esquadrões de um estado para outro. A Aeronáutica ainda aguarda o sinal verde para compra 36 novos caças, mas está em franco processo de modernização como planejado na Estratégia Nacional de Defesa, lançada durante o governo do presidente Lula.
“Há um forte lobby contrário, por exemplo, ao projeto de aeronaves não-tripuladas e contra maior uso da FAB nas ações de combate ao tráfico de armas e drogas”, conta especialista do setor aéreo, ele próprio piloto “caçador”da reserva. “Aqui e ali vamos ouvir questionamentos quanto aos gastos com Defesa, mas a sociedade sabe que não são bem intencionados”, completa o oficial superior.
Os pilotos que não saem do chão são do Esquadrão Hórus, que possui duas aeronaves Hermes 450 e cinco oficiais aviadores que as controlam remotamente. A unidade fica na cidade gaúcha de Santa Maria, mas planejamento para que novas unidades sejam criadas nas regiões Norte e Centro-Oeste. Tais aeronaves podem executar missões de reconhecimento, busca, controle aéreo avançado e, inclusive, garantia da Lei e da Ordem. E podem ser deslocadas para qualquer parte do País.
AERONÁUTICA 2
CAÇA NACIONAL
Conforme já noticiado aqui, a compra dos novos caças ganhou sinalização mais clara que dela vai nascer um aeronave de quinta geração totalmente desenvolvida no Brasil, uma espécie de independência nacional em relação a ponto tão estratégico da defesa nacional.
AERONÁUTICA 3
NÃO TRIPULADOS NO AR
A propósito, de acordo com indústria de Defesa, a FAB considera desafio o controle do espaço aéreo com os não-tripulados. A meta é possibilitar que possam voar sem comprometer a segurança de outras aeronaves, diz a FAB.
AERONÁUTICA 4
ESQUADRÕES
Nas alterações em andamento, é certo que o esquadrão de transporte sediado no Galeão vai ser transferido para Santa Cruz, onde hoje treina. A mudança é entendida como alteração da funcionalidade de base da Zona Oeste.

MISSÃO NO LÍBANO
E OS SOLDOS?
O Brasil vai enviar navios para o patrulhamento marítimo no Líbano. O anúncio feito esta semana pelo agora ex-ministro Nelson Jobim repercutiu mal nos quartéis. “Militares são lembrados só para missões e os soldos? Ficarão como estão”, questiona um oficial.
LÍBANO 2
1.367 EM MISSÃO DE PAZ
Ainda sem contabilizar os homens que vão para o litoral do Líbano, o Brasil soma hoje 1.367 soldados em missões de paz. Quem vai recebe incentivo financeiro, mas não têm sido baixo o número de recusas para integrar o grupo.
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