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Alex Rodrigues
Cerca de 430 homens do Exército estão prontos para ir a Roraima para prestar auxílio à população e ajudar a reparar os estragos provocados pelas chuvas que levaram o governo estadual a decretar, no último domingo, situação de calamidade pública. Parte contingente é dos pelotões de fronteira existentes na região.
Segundo o plano de trabalho coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, grupos de 50 militares serão enviados às cidades de Uiramutã, Normandia, Bonfim, Pacaraima, Mucajaí, Baixo Rio Branco e à capital, Boa Vista. Já para o município de Caracaraí, um dos mais atingidos pelas águas e que teve 80% de sua área alagada, serão enviados, inicialmente, 80 homens.
De acordo com o comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, general Franklimberg Ribeiro, o Exército também colocou quatro lanchas para transportar moradores de áreas alagadas. Isso porque alguns donos de lanchas estavam cobrando até R$ 15 por pessoa a travessia.
Já a Marinha colocou à disposição da Secretaria Nacional dois navios – um para fazer assistência hospitalar e outro para patrulhamento – para prestar socorro às comunidades isoladas. As embarcações partiram de Manaus, na quarta-feira (8), e, inicialmente, deverão ficar em Caracaraí. Outras duas lanchas também vão ser usadas para reforçar a segurança da navegação.
A Aeronáutica, por sua vez, vai transportar de Manaus para Boa Vista as cestas básicas fornecidas pelo Ministério da Integração e que serão distribuídas conforme os critérios e a logística definida pela Coordenadoria Estadual de Defesa de Roraima. Uma aeronave C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB), transportando 10 toneladas de alimentos, decolou esta tarde de Manuas para Boa Vista.
A Secretaria Nacional ainda tenta obter dois helicópteros com o Exército para transportar os alimentos de Boa Vista para as cidades roraimenses que estão isoladas.
AGÊNCIA BRASIL
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