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O Ministério dos Transportes realiza a primeira das três etapas da Pesquisa Nacional de Tráfego durante o período de hoje até a próxima sexta-feira (27). São 22 postos de contagem instalados em trechos das rodovias federais nas cinco regiões do país.
Os dados são necessários para a revisão geral do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT) que, por sua vez, é a base usada para futuros investimentos públicos e privados do setor.
A operação será realizada pelo Exército Brasileiro e mobilizará cerca de 30 militares em cada um dos postos de contagem. A ação do Ministério dos Transportes, sob coordenação da Secretaria de Política Nacional de Transportes, ainda contará com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e a coleta de dados será executada durante as 24 horas de cada um dos sete dias de operação.
As outras duas etapas estão programadas para acontecer, no próximo semestre. A segunda e maior delas, entre agosto e setembro e a terceira no mês de novembro, com a finalidade de registrar a movimentação de tráfego, nos eixos rodoviários, durante períodos diferentes, refletindo a sazonalidade da produção brasileira.
Na segunda etapa da pesquisa deste ano, serão 120 postos de pesquisa, além dos 22 pontos que serão novamente instalados, na fase final.
JORNAL DE UBERABA

Comento:
Gente, abomino as tais teorias da conspiração, que normalmente configuram afrontas à inteligência e à racionalidade. Porém, diante de tantos fatos, constantes e repetidos,  estou convencendo-me que existe algo mais entre a missão constitucional do EB e o uso no varejo que dele faz o governo petista do que supõe nossa vã filosofia.
Notem que não são mais episódios eventuais e locais, como, historicamente, sempre ocorreu. São ações coordenadas por altos órgãos da república dos companheiros, que vão transformando as Forças Armadas, o Exército em particular, em serviçais sempre às suas ordens para cumprir as mais comezinhas tarefas, totalmente alheias às responsabilidades que lhes são atribuídas pela Carta Magna.
O outrora altivo Exército Brasileiro está sendo transformado em força auxiliar do governo, usado escancaradamente para fins políticos diversos.O pior de tudo é que, por trás desse uso inadequado, está implícita a maliciosa idéia de que, já que os milicos não fazem nada mesmo, que ao menos justifiquem os (magros) salários que a Nação lhes paga realizando tarefas que poderiam ser executadas por estudantes, escoteiros, ONGs, clubes de serviço, etc. Isso ocorre sob a complacência dos chefes militares, que não só aceitam como transformam o subemprego das tropas em diretrizes de comando.
Pobre Nação que trata assim suas Forças Armadas. Pobres militares que vão sendo pouco a  pouco rebaixados de suas atribuições constitucionais para virarem mandaletes dos poderosos de plantão.
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