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Zé Stone
Em fevereiro de 1957 eu ingressei nas dependências do 9° Regimento de Infantaria, em Pelotas, para cumprir um ano de serviço militar
obrigatório.
Como, naquela época, já estava cursando o 3° ano científico, fui designado para o curso de formação de Cabo.
Assim como eu, muitos colegas de colégio também ingressaram no referido curso e, dentre eles, o meu amigo Behrensdorf, de apelido Garça.
Entre outras instruções nos foi ensinado que toda vez que estivemos fardados e de cobertura (casquete) e ouvíssemos o hino nacional deveríamos fazer continência.
Pois bem. Em um dia chuvoso estávamos todos reunidos dentro do alojamento recebendo instrução de educação cívica dada por um sargento daqueles considerados carne de cobra, cujo o nome não recordo no momento.
O sargento, querendo ser bem explicadinho, pergunta:
– Behrensdorf, se você chega em casa, totalmente fardado, inclusive de casquete, o radio esta tocando o hino nacional, qual é a sua atitude?
Behrensdorf responde quase que instantaneamente:
– Desligo o radio!
Bem, nem o sargento resistiu e caímos na gargalhada!!!
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