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O senador Pedro Taques (PDT) sugeriu, durante sessão, que o Congresso rediscuta o papel das Forças Armadas brasileiras, em aparte ao pronunciamento do senador Marcelo Crivela (PRB-RJ), que defendeu a criação da CPI da Fronteira.
“Sabemos que as armas utilizadas no Rio de Janeiro ou em Cuiabá não são produzidas lá. Estas armas chegam ao país pelas regiões de fronteira. Portanto, além de discutirmos políticas sociais para combater as causas desses crimes podemos, também discutir a repressão a eles. E neste ponto as Forças Armadas podem exercer novas funções”, argumentou Taques.
Para o senador mato-grossense, a questão do tráfico de entorpecente deve ser tratada com repressão. “Repressão, até a década de 80, tinha um conteúdo político-ideológico. Hoje, repressão não tem mais esse conteúdo político-ideológico, porque a Constituição, no art. 144, fala que cabe à Polícia Federal fazer a repressão e a prevenção do tráfico de drogas. Repressão ao tráfico de drogas sem violação a direitos fundamentais do cidadão. É disso que nós precisamos”, dise Taques.
A CPI da Fronteira tem o objetivo de dar continuidade ao trabalho da CPI da Violência Urbana, encerrada em dezembro passado, após mapear pontos de entradas de armas e drogas no Brasil.
Mídia News
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