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O modelo Mika Siqueira, de 25 anos, estava de militar, mas disse que é de esquerda

Os convidados da festa de estreia da novela Amor e Revolução (SBT), que tem a ditadura militar como pano de fundo, viram uma situação impensável nos anos de chumbo ao entrar no Nacional Club, no Pacaembu, em São Paulo, na noite desta terça (5): todos eram servidos por “militares”, na verdade garçons e modelos caracterizados como os autores do golpe de 1964.

Entre eles estava o modelo Mika Siqueira, de 25 anos. Apesar da farda e da cara de mau, ele contou à reportagem do R7 que se define como uma pessoa de esquerda.
– Por influência dos meus pais, sempre tive um pensamento à esquerda. Realmente, houve muita crueldade nos tempos da ditadura militar. Que bom que tudo isso já passou.
O clima da década de 60 imperou por todos os lados. Havia o lado festivo, como a moda com os vestidos trapézio exibidos em bonecas, e o sombrio, com a reprodução de uma cela do Dops (Departamento de Ordem e Proteção Social), onde muitos militantes de esquerda foram torturados.
R7
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