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Diego Torres Dourado, conhecido por soldado Torres, 23, fez ontem uma pausa no trabalho para defender o polêmico deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), seu cunhado.

Soldado Torres, cunhado do deputado Jair Bolsonaro

“Foi um equívoco, ele não entendeu a pergunta”, disse Torres em frente à sede do Comando da Aeronáutica, a poucos metros do Congresso.

A pergunta, feita pela cantora Preta Gil no programa “CQC”, da TV Bandeirantes, era: “Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?”.
A resposta de Bolsonaro foi: “Não vou discutir promiscuidade. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu”.
O deputado diz que entendeu ser uma pergunta sobre relacionamentos gays.
O assunto teve repercussão imediata e, na sequência, Bolsonaro disse ser casado com uma afrodescendente e ter um sogro “negão”. Mulher e sogro foram poupados e quem apareceu para defender o deputado foi o cunhado.
Torres conta que é irmão por parte de pai de Michelle, mulher de Bolsonaro.
“Meu pai é da minha cor. A Michelle tem a pele um pouco mais clara”, disse ele, em rápida entrevista acompanhada pela Aeronáutica.
O soldado descarta racismo da parte do cunhado. “Já estive várias vezes com ele. Ele nunca foi preconceituoso, porque ele não é.”
Questionado sobre a reação da entrevista no seu trabalho, o soldado disse que não teria como comentar.
Apesar da defesa aberta do cunhado, Bolsonaro afirma que não vai expor nenhum integrante de sua família. Diz também que não vai se utilizar da imunidade parlamentar em sua defesa.
JORNAL FLORIPA


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