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Cortes podem chegar a R$ 4,1 bi no Ministério da Defesa, informa Jobim
Valor representa cerca de 36% das despesas não obrigatórias, diz ministro.
Decisão sobre caças sai neste ano, mas não pagamento, acrescenta.
Alexandro Martello
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reuniu nesta terça-feira (15) com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar dos cortes no orçamento de sua pasta e confirmou que o bloqueio de gastos poderá chegar a R$ 4,1 bilhões.
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Segundo o ministro da Defesa, o orçamento de sua pasta é de R$ 15 bilhões em 2011, dos quais de R$ 10,5 bilhões a R$ 11 bilhões correspondem às despesas não obrigatórias. Jobim informou que o corte representará cerca de 36% desses valores não obrigatórios, podendo chegar a R$ 4,1 bilhões em 2011.
“Vão sobrar R$ 6,9 bilhões para gastos não obrigatórios [do Ministério da Defesa] neste ano, que serão utilizados com manutenção e projetos”, disse ele.
Segundo o ministro, a decisão sobre quais caças, para a Força Aérea Brasileira (FAB), serão comprados sairá ainda neste ano. Estão na disputa o Rafale, produzido pela francesa Dassault; o sueco Gripen NG, cuja fabricante é a Saab; e o FA-18 Hornet, da Boeing. “A decisão sobre os caças sai neste ano, mas o pagamento não seria feito em 2011 de qualquer forma”, declarou ele.
G1
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