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Presidente Dilma Rousseff tem companhia feminina até no ‘céu’!

As mulheres da foto acima se prepararam para acompanhar a presidente eleita, Dilma Rousseff, “pelos ares”, seja em viagem pelo Brasil ou no exterior, conforme reportagem publicada no fim de 2010, no “Portal G1”. Para isso, enfrentam uma preparação rígida, como missões de sobrevivência na selva, e trabalharam no controle de voos em grandes aeroportos do Brasil. As “meninas” têm treinamento com armamento militar e passarão pelo maior desafio profissional de suas belas carreiras. As nove “corajosas” sargentos da Força Aérea Brasileira (FAB), selecionadas para a formação da nova equipe de comissárias da Airbus 319, acompanharão Dilma Rousseff. Todas as moças passam por especiliazação profissional em uma empresa de formação de comissários civis em Campinas-SP. E a rotina realmente não é fácil: entre as aulas espaciais, por exemplo, constam disciplinas de medicina aeroespacial, emergência a bordo e até mesmo sobrevivência no mar. Todas foram escolhidas através de um processo de seleção que envolveu militares mulheres da FAB em todo o País. E as novas integrantes do avião presidencial contam com formação diferenciada.
As “beldades”, digo, as militares na foto ao lado, com o devido respeito, claro, passaram pela Escola de Especialistas de Aerónáutica (EEAR), em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, onde tiveram especialização em áreas como tráfego aéreo, sistema elétrico de aeronaves, instrumentos de voo e em infraestrutura aeronáutica. Durante três semanas que passaram em Campinas, as militares tiveram seis horas de aula por dia, mais outras três, extra classe, para preparação nas provas finais do curso. E apesar de toda a preparação, como é muito peculiar da mulher, as meninas estão ansiosas, vez que não tiveram nenhuma experiência em missões com autoridades oficiais. A expectativa de trabalhar com a primeira presidente mulher eleita do Brasil as têm deixado cheias de expectativas, assim como, orgulhosas, é claro. Uma das militares, chamada Jamile, contou que cada uma das militares é especializada em diferentes “áreas táticas”, mas que trabalhar em uma avião civil e da Presidente da República carrega responsabilidade extra. A sargento Jamile disse que “a expectativa é muito grande. Já participamos de missões na selva, tiros, manobras militares, mas nunca em uma circunstância dessa”. A colega Tatiane Machado, de Anápolis (GO), depois de ter passado os dois últimos anos em missão em uma base militar na Serra do Cachimbo, região de selva no Sul do Estado do Pará, contou que a experiência de trabalhar com a presidente eleita “é um desafio profissional”. A sargento Tatiane disse que ficava em uma base localizada em uma região isolada do País, onde até pouco tempo atrás nem celular “pegava”. Ela disse que “está preparada para servir à presidência”.

A última fase do treinamento foi em Brasília, já dentro da aeronave presidencial. As militares conheceram as especificações espaciais do avião oficial (apelidado de “AeroLula”, comprado por 90 milhões de reais, nafoto ao lado), onde trabalharão pelos próximos quatro anos. Outra sargento, a Maria José, que veio da Paraíba, disse que esta fase é muito importante. O avião presidencial tem detalhes de segurança específicos, diferenciados, e que todos têm que conhecer para trabalhar no dia a dia. A sargento Maria José é especialista em infraestrutura aeronáutica. O diretor da empresa onde as “meninas” treinaram informou que a formação militar das candidatas ajudou muito na qualificação do trabalho realizado, facilitando os intrutores e tendo um aproveitamento acima da média. O diretor chegou a dizer que as militares são muito disciplinadas, o que dá maior velocidade ao treinamento e maior aproveitamento nas disciplinas aplicadas. Por exemplo, tudo que é passdo para treinamento de civis é o mesmo que foi apresentado para as militares, que já têm treinamento técnico e facilita a formação no curso específico.
Por tudo isso, fica aqui minha homenagem, às mulheres, que normalmente são lembradas apenas no dia 8 de março de cada ano. A bem da verdade, esta data não é uma simples lembrança, mas sim, uma comemoração à greve das operárias da indústria têxtil, na Rússia, contra a participação do País na Primeira Guerra Mundial. Ou seja,apesar de toda a discriminação que ainda viviam, na época, a paralisação foi por outro ato nobre: A PAZ. Só podia ser feito pelas mulheres mesmo. PARABÉNS! Acredito que a força da mulher tende a fortalecer o País, falando sobre compaixão,companheirismo, patriotismo, amor verdadeiro pelo trabalho ao próximo, e, sem dúvida, com menos ou sem corrupção. O Brasil, com uma presidente, pode fazer uma diferença grande, se as pessoas que estiveram no governo tiverem realmente o pensamento voltado ao PAÍS, e não aos seusGRUPOS, ou BANDOS, que podem se transformar em QUADRILHAS. Portanto, falando diretamente às MULHERES, que desejam um BRASIL DIFERENTE, desejoSUCESSO SEMPRE! 
“PARA MIM, A MULHER NÃO É PARA EXIBIR; É PARA DAR ATENÇÃO E AMAR!” (Ayrton Senna do Brasil, piloto de fórmula 1, 1960-1994)
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