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A destituição do representante da Organização dos Estados Americanos (OEA) na Comissão Provisória para a Reconstrução do Haiti, o brasileiro Ricardo Seitenfus, das atividades que desempenhava no país não afetará a participação do governo brasileiro na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) e na reconstrução política e administrativa daquele país. As informações são do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty.
A OEA não informou os motivos que levaram à destituição de Seitenfus, no último dia 25. Ele havia sido nomeado para a função pela Secretaria-Geral da organização e não contou com a indicação do governo brasileiro, de acordo com diplomatas.
Desde 12 de janeiro deste ano, quando houve o pior terremoto da história do Haiti, o governo haitiano, com o apoio internacional, tenta reconstruir o país. O número de vítimas, entre mortos e desabrigados, é incerto. Militares brasileiros e a médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, morreram em decorrência dos tremores de terra.
O Haiti, país mais pobre da região, foi destruído. A situação se agravou ainda mais nos últimos meses, quando um surto de cólera atingiu o país e matou cerca de 2,5 mil pessoas entre adultos e crianças. O Brasil é um dos países que mais cooperam com o processo de reconstrução do Haiti ao enviar doações em dinheiro e ajuda humanitária.
DCI
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