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Sete dias depois do início da onda de ataques do tráfico no Rio, policiais e militares das Forças Armadas deram início, na manhã deste domingo, à invasão do Complexo do Alemão.  O primeiro grupo de policiais entrou às 8h e, em pouco mais de 15 minutos, ocupou a localidade conhecida como Areal, chamada pelos policiais de “coração” do conjunto de favelas. “O estado está dentro do Complexo do Alemão”, afirmou, agora há pouco, o delegado Rodrigo Oliveira, que comandou o grupo que tomou o Areal.

O comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar, afirmou que o prazo para rendições acabou. “Vamos entrar com força máxima, para resolver de uma vez”, disse o coronel Paulo Henrique.
O Areal foi tomado pela Polícia Civil. A missão do Bope, segundo Paulo Henrique, é retomar os pontos altos e estratégicos do complexo, entre eles a Pedra do Sapo e o Morrão da Fazendinha. Para os policiais e moradores daquela região, esses são bunkers históricos dos traficantes, conhecidos como lugares de execuções e, até então, impenetráveis.
Assim como ocorreu na Vila Cruzeiro, os bandidos batem em retirada e abandonam drogas. A polícia pede que moradores aproveitem o momento para denunciar esconderijos e rotas de fuga.
Fuzis – Doze fuzis foram apreendidos por volta das 8h30. Segundo a PM, são armas que teriam sido abandonadas por traficantes. A análise do comando da operação é de que parte dos bandidos está desistindo da reação e tentando escapar sem as armas mais pesadas.
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