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Só intervenção militar salva o Rio da criminosa guerrilha urbana

Durante a campanha eleitoral, o governador Sérgio Cabral e seus aliados federais, no caso Dilma Roussef e Tarso Genro, entoaram todos os cânticos de laudação que puderam para enaltecer a nova postura “republicana” de tratar vítimas e bandidos no Rio de Janeiro. A oposição, sobretudo o ex-governador José Serra, repetidas vezes desmascarou a inação federal e estadual no combate à criminalidade, inclusive em relação à vigilância das fronteiras, porque onde é livre o tráfico de armas e de drogas, principais alimentares da guerrilha urbana do Rio. 
. Todos venceram as eleições, porque o povo eleitor deixou-se seduzir pelos discursos populistas, demagógicos e irredentores de Dilma, Cabral e Lula, preferindo trocar promessas por realidade. 
. Apenas 30 dias depois, a realidade da desordem civil tratou de desmentir todos os discursos laudatórios. O que acontece no Rio de Janeiro é uma guerra civil escancarada, com operações típicas de guerrilha urbana. O mapa a seguir, demonstra que as autoridades públicas estaduais perderam o controle da situação. Não resta outra alternativa fora da intervenção federal, mediante a entrega do comando policial às autoridades militares.
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