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Régis Rösing revela, em detalhes, as histórias de guerra e paz do Rei Pelé
Em exclusivo, ídolo fala sobre passagem pelo Exército, sua época de militar, e o 
maior orgulho da vida: dizer ao mundo que parou conflitos com o futebol
Existem histórias esquecidas na vida de Pelé, perdidas em meio a três títulos mundiais, mais de mil gols e uma carreira de rei do futebol que nunca foram reveladas ao público. Fatos que remontam sangrentos conflitos ao redor do mundo que tiveram um cessar fogo graças à uma atitude do maior ídolo do esporte de todos os tempos. São fatos que fazem do ex-jogador um verdadeiro “comandante da paz” e consistem na maior alegria de sua vida, segundo o Rei.
Em entrevista exclusiva ao repórter do “Esporte Espetacular” Régis Rösing, Pelé revelou detalhes das guerras que parou e de sua até então desconhecida passagem pelo Exército Brasileiro, em 1959, quando fez parte do 6º grupo de artilharia de costa, em São Paulo. Régis, assim como o Rei, também fez parte das forças armadas, e, coincidentemente, também serviu em um grupamento de artilharia.
Régis Rösing entrevista Pelé para o Esporte Espetacular

Régis Rösing presta continência em entrevista com
Pelé (Foto: Hugo Mello)
Pelé, na época de militar, participou de jogos treinos da Seleção do Exército, chegando a ser campeão Sul-Americano na categoria. Anos depois, como jogador do Santos, parou uma guerra no Congo, em 1969. Juntou cristãos, judeus e muçulmanos em Beirute, no Líbano, em 1975, e uniu o primeiro-ministro israelense Shimon Peres ao líder palestino Yasser Arafat, na Itália, em 1990. Em todas as ocasiões, sua bandeira tinha como símbolo o esporte, um símbolo da paz:
– A maior alegria de minha vida foi dizer ao mundo que nós conseguimos parar uma guerra com o futebol- revela o rei.
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