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Força Militar: Espera tira sono de pensionistas

MARCO AURÉLIO REIS
Viúvas e filhas de oficiais e praças do Exército que moram no Rio vão ter que esperar para ver seus pedidos de pensão e revisão de benefício atendidos com maior velocidade. Neste momento, o Exército está colocando mais pessoal e recursos financeiros e tecnológicos para agilizar a análise dos processos, mas a fila de espera reúne mais de 1.500 casos. Ou seja, antes do fim do ano, a demora para deferimento dos pedidos ainda vai ser grande , chegando seis meses em alguns casos.
As explicação são para pensionistas que procuraram a Coluna com queixas sobre essa demora. Elas estavam na bronca por não ter informações precisas sobre os motivos do atraso. Entre elas já circulava a informação que falta pessoal para analisar os pedidos. Não sabiam, por exemplo, porque são mais céleres apenas os pedidos de pensão de viúva. E por que a demora ficava maior na integralizações de pensão, ou seja, na incorporação do benefício quando umas das pensionistas morre.
A Coluna procurou o Exército com as dúvidas delas a respeito do problema e a Força respondeu, por nota oficial. No caso da diferença de tempo entre a concessão e a integralização, esclareceu que, “para o caso das viúvas, a legislação determina a implantação imediatamente após o óbito do instituidor da pensão”.
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