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Brasil deve ter presença militar no Oriente Médio
País acerta comando da frota de missão de paz da ONU no Líbano

Fábio Zanini e Luis Kawaguti

O Brasil deverá ter uma presença militar no Oriente Médio, seguindo a estratégia do governo Lula de tornar o país um ator relevante na conturbada região.
O governo está em conversas avançadas para integrar o comando da Unifil, a missão de paz das Nações Unidas no sul do Líbano.
As tratativas começaram no primeiro semestre. Segundo o DPKO (Departamento de Operações de Paz da ONU), a negociação está em “finalização de detalhes”, mas não há prazo para sua conclusão.
A presença teria diversas etapas. A primeira, em estado mais adiantado, é assumir o comando da força naval da Unifil, atualmente a cargo dos italianos.
O Brasil deve enviar de cinco a dez oficiais graduados da Marinha, que comandarão uma frota de oito navios e 885 homens.
Segundo um diplomata que acompanha a negociação, esse convite já foi “pré-aceito”, mas é preciso que o acordo passe pelo Congresso Nacional.
FOLHA DE SÃO PAULO
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