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Foto Daia Oliver/R7

(Da esq. à dir.) A capitã Marília Villas Bôas; o general Carlos Barcellos; o diretor de Relações Institucionais da Record, Zacarias Pagnanelli; e os coronéis Albino e Camargo.

 

O auxílio às vítimas das enchentes é considerado um dos grandes desafios que o Exército enfrenta no país todos os anos. Para se ter uma ideia, somente nos Estados de Pernambuco e Alagoas, onde mais de 50 pessoas morreram em decorrência das chuvas entre junho e julho deste ano, foram convocados 3.000 militares – 600 profissionais a mais que o contingente brasileiro que trabalha na missão de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti.
De acordo com o chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, general Carlos Barcellos, que visitou a Rede Record nesta segunda-feira (26), embora tenha credibilidade entre a população, poucas pessoas têm conhecimento sobre todas as ações do Exército tanto no país quanto fora do Brasil.
– Mais de 20 mil militares brasileiros já passaram pelo Haiti [desde 2004]. Claro que com o terremoto as adversidades aumentaram, tanto que dobramos o número de militares no país. Mas nos mantemos firmes na nossa missão de paz.
Para o diretor executivo de relações institucionais do Grupo Record, Zacarias Pagnanelli, a visita à emissora revela um esforço em aproximar ainda mais o Exército à sociedade civil, que se beneficia a partir desta relação mais estreita.
Uma das iniciativas do Exército ainda pouco conhecidas no país, segundo o general Barcellos, é a realização dos Jogos Mundiais Militares, que acontece no próximo ano no Rio de Janeiro. A competição, que está em sua quinta edição e ocorre pela primeira vez no país, deve reunir atletas de cerca de 110 países. Mais informações sobre a competição estão disponíveis no site do evento.
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