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Junho deste ano foi o pior mês para o Exército dos Estados Unidos quanto a cifras de suicídios entre soldados ativos, reservistas e tropas da Guarda Nacional, confirmou hoje relatório oficial.
Nesse período registraram-se 21 mortes por tal causa entre os soldados em serviço e 11 entre os demais elementos militares mencionados, para um total de 32 suicídios neste ramo das forças armadas.
No início do mês passado, oficiais do Pentágono se congratularam depois de vislumbrar o que parecia uma suposta redução deste flagelo em comparação com cifras de 2009, ano quando se computaram 162 falecimentos.
O vice-chefe de pessoal do Exército, general Peter Chiarelli, explicou que ao redor de 70 por cento dos suicídios correspondem a recrutas que ainda não tinham cumprido missões em plena guerra de combate.
A cada ano mais de oito milhões de estadunidenses consideram seriamente a possibilidade de suicidar-se, revelou um estudo governamental emitido nesta capital.
Segundo a Administração Federal de Saúde Mental e contra o Abuso de Substâncias Proibidas, cerca de 32 mil norte-americanos tiram a própria vida anualmente e o problema é mais grave do que comummente se acredita.
O relatório do organismo nacional está baseado em uma investigação que abarcou durante os últimos cinco meses 46.190 pessoas maiores de 18 anos em 10 estados do país.
O estudo evidenciou que os jovens entre 18 e 25 anos são mais propensos a considerar o suicídio que aquelas pessoas nos Estados Unidos com idades entre 26 e 49.

PRENSA LATINA

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