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Uma operação conjunta do Exército Brasileiro, em parceria com agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), resultou na prisão de nove homens acusados de exercerem atividades de garimpo numa área de proteção ambiental, localizada nos limites dos municípios de Almeirim (no Pará) e Oiapoque (Amapá). A ação faz parte da operação “Curaré” que tem como objetivo coibir atuações ilegais de crimes ambientais nas regiões de fronteira do Brasil.
Os nove acusados foram recambiados na noite do último domingo, 18, para a Superintendência da Polícia Federal em Santarém, onde aguardam posicionamento judicial. Eles foram presos na região fronteiriça entre os municípios de Almeirím e Oiapoque, próximo a Guiana Francesa, em uma área de garimpo desativada.
O agente da Polícia Federal em Santarém, Wilses Tavares, informou que os nove homens foram presos por estarem iniciando um garimpo clandestino naquela região da Amazônia. Segundo o Policial, com o início de trabalho de garimpo, os igarapés da área estavam começando a ficar vermelho, o que apresentou indício de atividade garimpeira no local.
Nossa equipe de reportagem, em conversa coma diretora da Polícia Federal em Santarém, Dra. Graça Malheiros, soube que os garimpeiros não possuem residência fixa na região, e foram levados para o Penitenciária Agrícola do Cururunã,, Durante a ação da policial, dois dos acusados fugiram.
“Dos 11 trabalhadores, dois fugiram para dentro da mata, os outros foram presos por ser um crime ambiental, mas se algum deles pagar fiança, não será transferido para o presídio”, explicou Wilses Tavares.
Em depoimento na Delegacia da Polícia Federal em Santarém um dos acusados relatou que desconhecia que o local se tratava de uma área de proteção ambiental, mas garantiu que juntamente com os demais presos estavam realizando atividades garimpeira.
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