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A fuga de 4.800 criminosos das cadeias e penitenciárias destruídas em Porto Príncipe, por causa do terremoto, acendeu a luz vermelha na sede da Minustah, comandada pelo general brasileiro Floriano Peixoto Vieira Neto, atual Force Commander e quinto brasileiro a chefiar a missão.
O recrudescimento da vigilância tem o objetivo de evitar que as gangues armadas se organizem novamente e o país volte aos níveis de violência anteriores a 2004. Preocupado, o general recrutou 200 militares argentinos e uruguaios para reforçar o patrulhamento em Porto Príncipe. “O terremoto fez o país retroceder seis anos em termos de infraestrutura, instituições e capacidade operativa. Isso tem reflexos na segurança.”
O presidente haitiano René Préval está usando barracas para manter o atendimento nas delegacias destruídas pelo terremoto. Os policiais mortos chegam a uma centena e a Polícia Nacional do Haiti também perdeu viaturas, uniformes e armas.
Neste ano, a Polícia Federal brasileira irá ministrar quatro cursos de 15 dias para a Polícia Nacional do Haiti, com o intuito de treinar as tropas haitianas em diversas situações.
Jean Marc Edyard, comandante da polícia haitiana, considera a atuação da Minustah responsável pela redução de crimes no país.
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