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Alguns gostam de incrementar um Opala antigo com motor de esportivo luxuoso, estofamento especial, suspensão e freios de última geração. Tem gente que prefere “pimpar” veículos mais arrojados. Um verdadeiro tanque de guerra, por exemplo.
Foi o que fez um russo – que não diz seu nome, ironicamente, por motivos de segurança. O homem, que mora em Moscou, comprou um BRDM, sigla para Veículo de Combate, Patrulha e Reconhecimento, e o levou para uma oficina. Em um ano, transformou o monstrengo de guerra – movido a diesel, com 7,7 toneladas, 5,75 m de comprimento, 2,75 m de largura e 2,31 m de altura – em um simpático carro de passeio.
Muitos modelos do BRDM, produzidos entre 1962 e 1989, foram usados em conflitos no Iraque, Irã e Síria, vendidos pela antiga União Soviética. É um veículo anfíbio, que se locomove bem em estradas lamacentas, rios e lagos.
Seu poderoso motor V8 5.5 não é exatamente econômico, mas o dono não liga. Está mais interessado na versatilidade – só não sabemos se ele pretende navegar com a engenhoca em estradas fluviais, ao lado da família. 
O BRDM pimpado conta com oito rodas. Quatro delas ficam escondidas e podem ser acionadas em terrenos cheios de lama.
Para dar conforto, o russo montou uma sala dentro do tanque. Ele conta com sistema de som distribuído em oito caixas, sistema de navegação com GPS, TV, DVD e periscópio – para poder submergir sem ficar desorientado. Possui também câmeras noturnas, para poder se locomover no mato ou na selva.
O carro tem autorização do governo para circular pelas ruas, estradas, lagos e rios.  
O dono jura que não tem canhão algum escondido no interior do carro.
 R7
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