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    Às 17h50, a voz do coronel Franklin chegava forte pelo rádio: “Estou no cume do Castelo.” E pedia mais fogos de artilharia sobre pontos em poder do inimigo, além do monte. “Castelo é nosso,” disse-me o general Cordeiro.
    Mais três minutos, e as baterias estavam canhoneando Caselina, Serra e Bela Vista. Os alemães responderam com morteiros, mas essa reação de nada iria adiantar, porque, como me dizia, no dia seguinte, o coronel Franklin, “estamos em Castelo e ninguém nos tira mais daqui.”
    Eram mais de sete e meia da noite, noite hibernal, fechada, quando voltei a subir no meu jipe, que deixara ao lado do Posto de Observação. Nossa artilharia continuava a castigar, incansável. E Monte Castelo estava bem à minha frente, já domado.
Esta é uma parte da história da FEB, contada por  Joel Silveira, correspondente de Guerra, em trabalho realizado para a Revista “Enciclopédia Block” no ano de 1970.
Confira o trabalho na íntegra, na página especial do Blog:
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