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Aos poucos, as barbaridades praticadas contra a Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, vão sendo reveladas.
A macabra história da morte de Marcelo Cavalcante, cujo suposto suicídio foi jogado sem cerimônia sobre os ombros de Yeda, pela revista Veja e o Eixo do Mal, assim batizado por Políbio Braga, é certamente o pior desses fatos. Vale a pena conferir os textos de Nivaldo Cordeiro, que começa a descontruir a farsa montada em torno da tragédia, para culpar o governo gaúcho.
Uma coisa é certa: muitas figurinhas carimbadas da cena gaúcha e brasiliense desceram muito abaixo da linha da dignidade humana.
Confira:
UM CADÁVER INSEPULTO

HÁ UM GRITO DE DESESPERO em Brasília, clamando por Justiça. É o grito de Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo Cavalcante, que supostamente teria se suicidado no Lago Paranoá, em Brasília, no auge do desgaste da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. Gravações divulgadas com Marcelo Cavalcante pareciam atestar seu envolvimento em grande esquema de corrupção. A imprensa o tratou, à época, como se fosse o genuíno “homem da mala”. A morte por suicídio foi aceita pela imprensa, e aparentemente pela polícia de Brasília, que cuida do caso, como produto dos escândalos.Mais.

VEJA: UMA BARRIGA IRRESPONSÁVEL

MARCELO CAVALCANTE morreu em 15 de fevereiro e a revista Veja acabou por ser o veículo que sedimentou a versão de que ele teria se suicidado, sem se dar conta das óbvias contradições envolvendo o caso. Veja se encarregou de dar o duplo veredito, legitimando a versão de suicídio e ligando o caso aos escândalos envolvendo o nome da governadora Yeda Crusius.

Se eu não achasse que a Veja é uma publicação séria poderia pensar que se tratou de matéria plantada, a mando dos inimigos políticos do PSDB do Rio Grande do Sul, notadamente o PT.Mais.

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