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Na declaração conjunta de 35 pontos divulgada ontem após a reunião de trabalho entre Lula e Cristina Kirchner, ontem em Brasília, consta o seguinte pedido:
“Os acordos de cooperação militar assinados pelos países da região, especialmente os que impliquem algum grau de presença militar de fora da América do Sul, devem estar acompanhados de garantias formais de que os acordos não serão utilizados contra a soberania, a integridade territorial, a segurança e a estabilidade das nações sul-americanas.”
A ressalva, óbvio, é endereçada a EUA e Colômbia, em relação às bases militares americanas no país sul-americano. Mas o chapéu se ajusta muito bem ao cocalero Evo, que acordou com a Rússia a construção do maior aeroporto da Bolívia, o qual servirá como base militar dos ex-soviéticos.
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