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Segundo Jorge Serrão, do blog Alerta Total, o Ministério da Defesa está elaborando um “estudo de situação”, visando uma eventual intervenção em Honduras, caso o Conselho de Segurança da ONU julgue necessária a ação de uma Força de Paz no país caribenho.
O planejamento está sendo feito por militares veteranos da MINUSTAH, a missão militar haitiana chefiada pelo Brasil.
Ainda segundo Serrão, o Ministro Celso Amorim deverá liderar um movimento internacional para que a situação hondurenha seja resolvida com o auxílio de uma força de paz nos moldes do que ocorreu no Haiti.
Entretanto, tal medida é pouco provável, pois o Conselho de Segurança rechaçou a adoção de ações repressivas contra Honduras.
Comento:
O planejamento estratégico, com o estabelecimento de cenários possíveis, mesmo para hipóteses pouco prováveis, faz parte do trabalho de estado-maior. Não há novidade nisso.
Porém, caso uma medida estapafúrdia como essa chegue a se concretizar, as Forças Armadas brasileiras terão chegado a seu nível mais baixo, pois emprestarão sua respeitabilidade para servir de instrumento à consecução dos objetivos do Foro de São Paulo, cujo guarda chuva ideológico abriga desde as FARC até Fidel, passando pelos Sandinistas, MST e os cocaleros de Evo, sob as bençãos de Hugo Chávez. Quem segura o guarda chuva, claro, é Nosso Guia, auxiliado, pressurosamente, pelo Megalonanico Amorim.
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