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O conselho foi dado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vem sendo seguido pelos organizadores da candidatura do Rio à sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A duas semanas da escolha da cidade, eles trabalham com “humildade e pés no chão” e aproveitam para dar aos membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) mais um sinal de que o país tem condições de receber as Olimpíadas. Nesta sexta-feira, no Forte de São João, o lançamento dos Jogos Mundiais Militares, que serão disputados em 2011, fez parte da estratégia para promover o projeto carioca.
– São projetos integrados e com isso, estamos dando uma demonstração de planejamento de longo prazo, continuidade e garantias. O R$ 1 bilhão (valor investido pela União na organização dos Jogos Militares) é um investimento direto para os Jogos Olímpicos – disse Carlos Roberto Osório, secretário-geral do Comitê Rio-2016.
Em 2007, quando a candidatura foi apresentada ao Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), o Brasil já havia mostrado interesse em usar o evento para promover a campanha olímpica. Tanto que parte das instalações do Pan serão utilizadas nas disputas, e outras que terão de ser construídas (Arena e Vila de atletas, ambas em Deodoro) serão aproveitadas nas Olimpíadas.
Na eleição do dia 2 de outubro, em Copenhague, a Itália terá direito a cinco votos. Depois de declarar sua torcida pela candidatura do Rio, o General Gianni Gola, presidente do CISM, disse que tem conversado com amigos do Comitê Olímpico Italiano.
– É importante, do ponto de vista esportivo e social, para a América do Sul. Muitos delegados do COI pensam que é uma região importante para mostrar que a palavra universalidade não é só teoria. O esporte militar é parte integrante do Movimento Olímpico. Se querem universalidade, terão que fazer algo a favor dela. Espero que tenham ideias claras para tomarem a decisão a favor do Rio. Estarei em Copenhague como presidente do CISM, mas também como um torcedor aficcionado pela candidatura do Rio – afirmou.
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