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Por Jorge Serrão (do Blog Alerta Total)
(A manchete do post é minha)
Parada indigesta

A cúpula dos militares não consegue esconder a mágoa com o recente desfile militar de 7 de setembro, em Brasília.
Eles foram jogados em um palanque distante daquele em que o chefão Stalinácio ficou com o presidente francês e parceiro Nicolas Sarkosy.
Se nem na parada os militares conseguem mais lugar, reclamação que foi devidamente abafada, só falta agora serem mesmo substituídos pelo exército de libertação nacional do Foro de São Paulo.

Farda queimada
O escândalo do “Exército da Fome” pode acabar em degola.
O chefão Stalinácio tem vontade de substituir o Comandante do Exército, Enzo Martins Peri.
Lula não gostou do desgaste gerado pelo esquema de meio-expediente nos quartéis, sob alegação de falta de comida, como forma de pressionar o governo a liberar mais verbas para a Força.
O chefão tem tudo para mandar o General Enzo, em breve, almoçar em casa, sem direito ao DAS de Comandante.

Exército da fome
Enzo Martins Peri corre o risco de sofrer uma ação no Superior Tribunal Militar, com base em pelo menos três artigos do Código Penal Militar – Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969.
O General de quatro estrelas pode ser acionado por: “omissão de eficiência da Força” (artigo 198 do CPM), “prevaricação” (artigo 319) e “Inobservância de Lei, Regulamento ou Instrução” (artigo 324).
Releia:
Comandante do EB corre risco de ação penal-militar ao ordenar meio expediente para a tropa, por falta de comida
Alerta Total

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