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Mesmo ilustrando a matéria com cartão de identificação de um dos elementos presos em Guarulhos, onde consta a condição de ATIRADOR, O GLOBO não corrigiu a informação e lascou na manchete:

É impressionante como, se o fato denigre a imagem da Força, se usa a expressão “soldado do Exército” a torto e a direito, mesmo que ela esteja mal empregada.
Relembrando, nem um Tiro de Guerra é uma Unidade Militar, nem o Atirador é considerado militar da ativa.
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