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Há décadas as Forças Armadas têm sido humilhadas e literalmente sucateadas.
Desde a criação do Ministério da Defesa com civis despreparados a frente da pasta e uma campanha muda para sufocar as Forças Armadas, o país tem se tornado progressivamente mais vulnerável com costa, fronteiras e espaço aéreo completamente desguarnecidos.
A queda da aeronave da Air France no meio do Atlântico mostrou um fato que talvez poucos tenham percebido. Qual seja, o envolvimento da Marinha do Brasil na operação de busca e resgate de destroços e corpos, esvaziou a sede da esquadra brasileira. É preocupante que uma única missão de busca e salvamente, praticamente tenha imobilizado a esquadra brasileira.
Há décadas o Brasil não desenvolve um plano de defesa decente. As compras de material bélico tem sido pífias e a cada dia mais equipamento é canibalizado e descomissionado.
A indústria bélica brasileira praticamente foi aniquilada e não temos capacidade de mobilização para um conflito de média intensidade.
O programa do submarino nuclear brasileiro caminha a passos lentos e tem sido boicotado por todos os meios, governo após governo. Atualmente está literalmente vegetando, pelo fato do governo ter cortado todos os investimentos.
O quadro é preocupante, principalmente considerando nossa dimensão continental, os vizinhos inconvenientes e instáveis, e interesses estrangeiros que cobiçam não apenas a Amazônia, mas também recursos no mar.
Sempre que há um incidente ou notícia que mostram nossa vulnerabilidade, Lula e o ministro da Defesa Nelson Jobim, fazem as habituais fanfarronices, discursam, prometem, mas nada de positivo acontece.
A compra de caças para a Aeronáutica tem sido adiada desde o governo de Fernando Henrique Cardoso.
O Exército não renova meios de artilharia e blindados há décadas. A dotação de munição e o estoque de peças de reposição das unidades mais operacionais estão abaixo do mínimo recomendado e considerado seguro.
A Marinha do Brasil opera meios obsoletos e incipientes. Para que se tenha uma idéia da dimensão da irresponsabilidade, nossa Zona Econômica Exclusiva somada a Plataforma Continental têm 4.451.766 km2. Leia mais.

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