Escolha uma Página

A juíza argentina Lilian Herráez considerou como crimes de lesa-humanidade e de caráter “imprescritíveis” as torturas e outras violências sofridas por soldados argentinos durante a Guerra das Malvinas.
As agressões foram cometidas por 70 oficiais da própria Argentina no conflito contra a Grã-Bretanha. Alguns dos acusados recorreram da decisão da juíza na Câmara Federal de Comodoro Rivadavia, na patagônia argentina, que deverá ratificar ou negar a sentença.
Se confirmada, a justiça seguirá as investigações sobre a relação dos oficiais e suboficiais com seus subalternos durante o conflito de 1982. Herráez, do juizado federal de primeira instância de Rio Grande, Terra do Fogo, extremo sul argentino, investiga as numerosas denúncias sobre torturas, lesões graves, tratamentos de servidão e homicídios que, de acordo com os ex-combatentes, foram feitas por militares com altos cargos contra soldados durante a guerra.
Cerca de vinte ex-soldados denunciaram em abril de 2007 os diferentes delitos cometidos durante a luta armada, o que deu início ao inquérito. Entre as denúncias, está o assassinato do soldado Rito Portillo e o abandono de pessoa, além de outras agressões.
Leia mais.
ANSA LATINA

Skip to content