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O desafio das Forças Armadas do Brasil e da França será localizar as balizas e as caixas-pretas da aeronave.
A busca terá o reforço do submarino nuclear francês Emeraude, que chegará na quarta-feira à zona do Atlântico onde se acredita que o avião da Air France tenha caído.
As ações devem se concentrar no mesmo perímetro em que a Marinha brasileira realizava pesquisas: 2,98º Norte, 30,59º Oeste, segundo as coordenadas geográficas divulgadas em Paris.
Segundo Laurent Kerleguer, engenheiro-chefe de Armamento e especialista em ambiente marinho do Serviço Hidrográfico e Oceanográfico da Marinha (Shom) da França,nessa região as profundidades variam entre 1,3 mil e 4,6 mil metros.
Num ambiente dessa magnitude, buscar pelas caixas-pretas do Airbus da Air France é como procurar caixas de sapato perdidas em uma cadeia montanhosa com picos mais altos que os dos Pirineus, na fronteira da França com a Espanha, com o agravante que a área foi pouco estudada.
– Não foi um local objeto de interesse particular até aqui por pesquisadores – frisou Kerleguer.

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