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Em entrevista ao repórter Eduardo Simões, da Agência Reuters, o general Luis Carlos Gomes de Mattos disse apostar no preparo das tropas e no conhecimento do terreno para manter a soberania brasileira na área, uma vez que o efetivo de 26 mil homens é insuficiente para um patrulhamento mais efetivo.
O general cita o caso americano, que não consegue controlar uma divisa de pouco mais de 2.000 quilômetros com o México, em comparação com a situação brasileira, que só nos seis estados da Amazônia tem 11.500 quilômetros de fronteira.
Além do pouco efetivo, existem “carências de toda ordem”, como a falta de moradias para os familiares que acompanham os militares.
Mesmo assim, o militar afirma que as FARC(Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) não atuam em território brasileiro.
A situação só não é mais grave por que a Amazônia é “prioridade um” na estratégia de defesa do País. “Tudo vem primeiro para a Amazônia. Nós temos materiais de emprego militar aqui que não existem em outros locais”, afirma.
O plano Amazônia Protegida, do Ministério da Defesa, prevê a transferência de três brigadas para a região, acrescentando de 12 a 15 mil homens ao efetivo atual.
Enquanto esse reforço não vem, Gomes de Mattos aposta no preparo para combate na selva realizado pelo Exército, que é referência mundial. “Temos o melhor combatente de selva do mundo”, diz o Comandante Militar da Amazônia.
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As informações são de O GLOBO

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