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Promotores do Ministério Público Militar (MPM) pedem a condenação de um tenente da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) que durante um treinamento utilizou um explosivo de verdade que explodiu e arrancou a mão de um cadete além de ferir outros 15 jovens estudantes. O problema aconteceu porque o oficial instrutor não orientou os alunos de que o explosivo que seria manuseado pelos alunos era verdadeiro. O artefato era uma granada de luz e som. A granada teve o pino de segurança retirado. Na primeira vez, o aluno manteve o artefato na mão e o pino foi recolocado por um instrutor. Logo em seguida, outro oficial-aluno, também manipulando a granada, retirou novamente o pino de segurança, não conseguindo recolocá-lo. Ao perceber que a granada entrara em processo de deflagração, um instrutor interveio, golpeando a mão do cadete que a manipulava com objetivo de que ele soltasse o artefato. A granada detonou, causando a amputação da mão direita de um cadete-aluno e de um instrutor. O cadete que teve a mão amputada recuperou-se, mas o instrutor faleceu por causa dos ferimentos.As informações são do EXTRA ON LINEwww.extra.globo.com

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