Batalhão comunicou ao STF que parte do armamento não estava sob sua guarda no momento da entrega
O Batalhão de Polícia do Exército informou nesta segunda-feira (6) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que entregou à Polícia Federal as armas de fogo registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro. No comunicado, o Exército esclareceu que duas das oito armas não foram entregues porque não estavam sob a guarda da corporação.
A entrega ocorreu após determinação do ministro, que renovou a prisão domiciliar do ex-presidente. A defesa de Bolsonaro afirma que todo o armamento está armazenado em instalações do Exército.
Suspensão do porte de arma
Na última sexta-feira (3), Alexandre de Moraes suspendeu o porte de arma de Bolsonaro e determinou a apreensão das armas registradas em seu nome. O ministro tomou a decisão após a repercussão da apreensão de uma arma com um dos seguranças particulares do ex-presidente.
Embora a Polícia Civil do Distrito Federal não tenha indiciado Bolsonaro e tenha informado que as armas estão legalizadas, o ministro entendeu que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento de pena em regime de prisão.
Condenação e prisão domiciliar
No ano passado, a Justiça condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão no processo relacionado à trama golpista. Após passar por uma cirurgia, ele recebeu autorização para cumprir prisão domiciliar temporária enquanto se recupera de uma pneumonia bacteriana.
Respostas de 3
Um covarde armado ou desarmado, dá na mesma.
Do jeito que as Forças Armadas estão enfraquecidas moralmente, daqui a pouco vai ter vereador querendo dar ordens as elas…
Quando meu primeiro filho nasceu, vendi minha arma. Isso faz 39 anos e não me arrependo. Ainda mais hoje, ter uma arma significa problema. Mesmo que o cidadão vá apenas se defender, ele terá muita dor de cabeça e gastará muito com advogados. A melhor coisa é ser um “covarde” vivo do que um valentão preso ou morto. Muitos militares andam com uma pistola na cintura, mas não sabem usar. Atirar em papel (alvo) é totalmente diferente de uma reação real. Na hora em que o caboclo é surpreendido, o bicho pega! Eu prefiro sair correndo. Meu conselho para os jovens é: não comprem armas. Isso sem falar na preocupação e na enorme responsabilidade. Esta é minha opinião pessoal. Quem quiser comprar uma arma e andar por aí se achando o “Rambo”, fique à vontade. Porém, lembre-se: “toda ação tem uma reação”. Sem falar que o cara morre e fica “uma bomba” para esposa e filhos no inventário uma arma tarava tudo e quando nenhum herdeiro quer a arma, mas ela esta no espólio. vixiiiiiiiiiiii mais incomodo.