Capacitação é obrigatória, ocorre a distância e inclui monitoramento de adesão por comandantes.
O Exército Brasileiro determinou a realização obrigatória de um curso sobre “capacitação em redes sociais e proteção à desinformação”, segundo informação do SBT News. O Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) enviou o ofício com a exigência para todas as unidades subordinadas.
O comando estabelece que todos os militares de carreira e temporários devem concluir a formação, oferecida em ambiente virtual.

Curso integra estratégia de comunicação e segurança digital
O Exército estruturou o treinamento como parte da política de comunicação estratégica da Força. O Departamento de Educação desenvolveu o conteúdo em parceria com o Centro de Estudos de Pessoal.
A instituição afirma que o curso busca orientar o uso consciente e seguro da internet, com foco em segurança digital e prevenção à desinformação. A capacitação ocorre integralmente a distância, por meio de plataforma de ensino online.
Comandos devem monitorar execução da capacitação
O ofício determina que comandantes, chefes e diretores acompanhem a adesão dos militares ao curso. As unidades também precisam registrar a conclusão da capacitação e informar o cumprimento da determinação ao DCT até 17 de julho de 2026.
O documento reforça que todas as organizações militares devem garantir a participação integral de seus efetivos.
Militares relatam pressão e monitoramento de redes
Segundo o SBT News, militares ouvidos sob anonimato relatam um ambiente de pressão em unidades do Exército em Brasília. Eles afirmam que o clima interno inclui acompanhamento mais rigoroso de condutas em redes sociais.
Um dos relatos aponta que um coronel teria perdido o comando de uma unidade após publicações feitas nas redes sociais da esposa com apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Também há alegações de monitoramento de redes sociais de familiares de militares.
Defesa não se manifestou
O SBT News informou que entrou em contato com o Ministério da Defesa e aguarda posicionamento oficial sobre o caso.
Respostas de 19
Por que na imagem da materia esta escrito fakenews? Isso é real ou nao?
Sem falsa modéstia, agente poderia contribuir para a instituição no combate à “cyberwar” permanente que envolve narrativas e fakes news, certamente obrigar e ficar pressionando nao seria o caminho.
Com mais de dez anos de experiência empírica de rede.
No momento que mais precisou da instituição sofre um gaslighting, manipulação, racismo preconceitos e agora eles FINGE que não aconteceu NADA
ATUALMENTE SÓ RESTA TRABALHAR CONTRA MESMO, UMA ESPÉCIE DE AGREGORAS VIRTUAIS.
Concordo… Agente podia estudar mais um pouco também… 😂😂😂…
Se eu vi no zap, é real
Querem obrigar? Primeiro anulem a Lei Perversa. Além de perversa, vergonhosa.
Queremos ser controlados. Não precisamos de imbecis dizendo oque é verdade ou mentira.
O AM deveria ter colocado como pena restritiva de Direito obrigar a todos os golpistas, em especial as viúvas e viúvos bozóides, como a velha de tubarão a fazer um curso desse, bem como aos golpistas e nesse caso os componentes do gabinete da mentira do governo anterior, a verdadeira fábrica das fake news.
Creio que monitorar o que familiares fazem ou escrevem na internet beira o absurdo. Penso que há uma ilegalidade nessa conduta.
Agora vão direcionar o que o cônjuge e filhos dos militares podem ou não escrever ou compartilhar nas redes sociais?
É isso mesmo?
Em que país que se diz “democrático” estamos vivendo?!
Deve ser para evitar publicações iguais as do relatório sobre as urnas eletrônicas feito pelo próprio Exército, ou a foto com máscaras pintadas.
A maior fakenews foi a lei do mal.
Ninguem fala em corrigir.
Graças a deus eu me livrei dessa instituição que muito faz para prejudicar o publico interno.
kkk. e como pofessor o Jacques Vagner e o nine de Auxiliar de sala.
À luz da Constituição Federal, do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018), as Forças Armadas não possuem competência para monitorar redes sociais, acessar mensagens privadas ou obter dados e registros de militares e de seus familiares sem autorização judicial, em respeito aos direitos fundamentais à privacidade, à intimidade e ao sigilo das comunicações.
Contudo, no exercício do poder hierárquico e dos deveres previstos no art. 142 da Constituição Federal e na Lei nº 6.880/1980 (Estatuto dos Militares), é legítimo que orientem os militares sob seu comando e seus familiares acerca dos riscos da exposição na internet, promovendo campanhas, recomendações e medidas educativas voltadas à segurança da informação e à proteção de dados. Essas ações preventivas não se confundem com vigilância ou monitoramento, permanecendo lícito apenas o acompanhamento de conteúdos disponibilizados publicamente pelos próprios usuários.
Esqueça a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014); quando o assunto é SEGURANÇA NACIONAL, nada mais funciona, tanto é que o estado de sítio retira garantias institucionais, justamente por ser a segurança nacional a guarda da constituição; não existem leis em um país sem segurança.
Exatamente. Inclusive aquelas consultas que fazem quando o cara é transferido da problemas. Foi o tempo que podia tudo. Muitos não sabem mas todas estas consultas ficam registradas nos órgãos de segurança pública.
Família? Vixi…Isto vai dar muito processo.
Sou militar reformado. Não abro mão da minha liberdade de expressão!
Se eu tiver que criticar alguma autoridade, assim farei!
O Exército não é mais o de Caxias, pois são todos “MELANCIAS”, e estão sem moral alguma!
O mesmo se aplica a FAB! Brigadeiros “MELANCIAS”!
A Marinha vai pelo mesmo caminho!
E a Tropa (Praças Graduados), penando com salários de fome, e cheios de dívidas!
Enquanto os Oficiais Generais das três Forças, estão ganhando salários com grandes gratificações!
Sendo assim, se tiver que fazer críticas nas Redes Sociais, eu farei!
Aceitem que dói menos!
Parabéns. Sgt Rabugento. Terminou o tempo de abusos. Caso de suspeita procure advogados, realize uma notícia de fato. Quebra de sigilo e para cima. Ainda mais quando toca na família
concordo com vc sg rabugento.
praça vota em praça.
Não se iludam, aquelas figuras de sempre aparecerão para pedir o seu voto e de sua familia, pracinha.
as outras instituições federais foram agraciadas com reajustes e recomposição, mas os militares ficaram a ver navios com baixos salarios.