MPF apura denúncia de assédio moral no Hospital das Forças Armadas

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Investigação mira condutas atribuídas à chefia de setor e tem prazo de até um ano para conclusão

O Hospital das Forças Armadas, em Brasília, passou a ser alvo de uma investigação do Ministério Público Federal após o registro de denúncias de assédio moral e ameaças supostamente praticadas por uma oficial da unidade. A informação é de Robson Bonin, da Veja.

O inquérito foi instaurado nesta semana. A apuração aponta, em tese, a prática de assédio moral no ambiente de trabalho, atribuída à chefe da Central de Material e Esterilização do hospital.

Restrições e ameaças de punição

De acordo com os relatos, a denunciante afirma ter enfrentado restrições na concessão de licença para capacitação. Ela também relata ameaças de remoção de setor e de punições relacionadas à apresentação de atestados médicos.

As denúncias incluem ainda suposto desvio de finalidade em avaliações funcionais. Há também alegação de possível violação de privacidade no exercício das atividades profissionais.

Procurador investiga

O procedimento terá duração máxima de um ano. O procurador da República Roberto Carvalho conduz a investigação, que busca esclarecer os fatos e avaliar a adoção de eventuais medidas cabíveis.

Respostas de 5

  1. Estamos sem moral mesmo, suposto crime dentro de instalação militar , conduzido por órgão civil. Nao seria o MPM o autor da ação penal?

  2. Nesse caso a denuncia deve ter sido realizada junto ao site do Ministério Publico Federal, e durante os procedimentos de apuração, o MPM deve ter identificado que a conduta e as respostas recebidas não foram convincentes e suficiente. Nada impede o HFA fazer uma sindicância interna para apurar os fatos. Digo isso, porque, eu fiz uma representação junto ao MPF contra a Conab, e apesar da Conab ter respondido e alegando que estava dentro dos normativos, o meu ponto de vista prevaleceu, uma vez que houve mudanças no normativos e esses procedimentos ao invés de simplificar e facilitar o acesso, dificultava e restringia, e o MPF resolveu levar em frente e apurar a responsabilidade da Conab.

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