Brasil e Itália avançam em negociações sobre compra de blindados, defesa aérea e drones armados

Brasil e Itália cooperação de defesa (Imagem ilustrativa, gerada por IA)

Reunião em Brasília discutiu Centauro II, sistema antiaéreo EMADS e aeronaves remotamente pilotadas para ampliar capacidades militares brasileiras.

Brasil e Itália deram um passo relevante nas negociações sobre compras militares estratégicas. As delegações se reuniram em 20 de maio, no Quartel-General do Exército, em Brasília.

O encontro reuniu representantes do Comando Logístico do Exército e da Diretoria Nacional de Armamentos do Ministério da Defesa da Itália. As autoridades conduziram as discussões de forma direta e técnica.

Brasil e Itália falam sobre cooperação de defesa no COLOG
Brasil e Itália falam sobre cooperação de defesa no COLOG (Imagem: ST Sionir, do CComSEx)

Além disso, os participantes priorizaram temas considerados sensíveis para a modernização militar. Por isso, concentraram esforços em pontos específicos de interesse comum.

Sistemas e equipamentos em negociação

As conversas abordaram a possível aquisição do sistema antiaéreo de média altura e médio alcance EMADS. Também avançaram nas tratativas sobre as viaturas blindadas de combate de cavalaria 8×8 Centauro II.

Ao mesmo tempo, a delegação brasileira demonstrou interesse em conhecer sistemas de aeronaves remotamente pilotadas armadas, enquadradas na categoria 3.

Avaliação e próximos passos

Ao final, os representantes italianos destacaram a receptividade e o caráter pragmático da reunião. Já o comando brasileiro ressaltou o diálogo franco e construtivo.

Segundo participantes, os sistemas discutidos figuram entre as prioridades do Exército Brasileiro. Assim, as negociações se inserem em um esforço mais amplo de fortalecimento das capacidades estratégicas da Força Terrestre.

Respostas de 4

  1. Enquanto isso tem militares fazendo bicos de motorista por aplicativos, vigias, seguranças, garçons, cozinheiros para complementar os soldos defasados para não passar fome.

  2. não é necessário esse gasto. no momento não
    vamos equilibrar as finanças primeiro momento e depois a tropa melhorias, e depois as compras.

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