Operação na Amazônia reúne 1,6 mil militares em ações de controle e fiscalização

NAVIO PATRULHA RONDÔNIA

Atuação integrada ocorre na Amazônia Ocidental e envolve Forças Armadas e órgãos civis no combate a crimes ambientais e transfronteiriços

Manaus  — Uma operação militar em andamento na Amazônia Ocidental mobiliza cerca de 1.638 integrantes das Forças Armadas em ações de vigilância, controle territorial e repressão a ilícitos na faixa de fronteira. A ofensiva faz parte da Operação Ágata Amazônia 2026 e é coordenada pelo Comando Conjunto Harpia, com atuação em áreas estratégicas e de difícil acesso da região.

As atividades se concentram em pontos considerados sensíveis da Amazônia e contam com o apoio de órgãos civis, como a Polícia Federal, a Polícia Militar do Amazonas, o Ibama e o Censipam, ampliando a capacidade de fiscalização e resposta das equipes envolvidas.

O foco da operação é o enfrentamento de crimes ambientais e transfronteiriços, como o garimpo ilegal e o tráfico em regiões de fronteira, além do monitoramento de áreas remotas. Paralelamente, são realizadas ações cívico-sociais e atendimentos de saúde voltados a comunidades indígenas e ribeirinhas, com a oferta de serviços básicos em localidades isoladas.

A operação envolve meios fluviais, terrestres e aéreos, incluindo navios-patrulha, aeronaves de reconhecimento e tropas especializadas em ambiente de selva. Também estão previstas ações de controle do espaço aéreo, patrulhamento de rios e proteção cibernética. A iniciativa reforça a presença do poder público na Amazônia e amplia a vigilância em regiões de fronteira.

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