Tecnologia de interferência eletrônica é usada para impedir voos irregulares em áreas sensíveis; maioria das neutralizações não envolve destruição física dos equipamentos.
A segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neutralizou mais de 135 mil drones considerados irregulares ou suspeitos desde o início do atual mandato. Os dados foram registrados pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e dizem respeito a ocorrências nas imediações de áreas sensíveis, como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada e outros locais sob proteção permanente da Presidência da República.
Apesar de o termo “abate” ser frequentemente usado, a maior parte das ocorrências não envolve a destruição física das aeronaves. As neutralizações são feitas, em sua maioria, por interferência eletrônica, técnica que interrompe a comunicação entre o drone e o operador, impedindo sua permanência ou aproximação de áreas restritas.
Somente em 2023, mais de 54 mil intervenções desse tipo foram contabilizadas. Em 2026, até os primeiros meses do ano, o número já ultrapassava a casa dos milhares, evidenciando a crescente presença de drones civis em espaços urbanos e o desafio imposto à segurança presidencial.
Como funciona o sistema antidrones
A proteção do presidente combina sistemas fixos e equipamentos móveis. Nas sedes oficiais, dispositivos instalados em pontos estratégicos monitoram o espaço aéreo de baixa altitude e identificam drones em tempo real. Quando uma aeronave não autorizada é detectada, o sistema emite sinais que bloqueiam o controle remoto e os dados de navegação.
Com a perda de comunicação, o drone pode retornar automaticamente ao ponto de origem, pousar de forma controlada ou ser impedido de avançar, conforme sua programação. Em agendas externas e eventos públicos, entram em ação equipamentos portáteis, operados por agentes treinados.
Como é o DroneGun Tactical
Um dos principais equipamentos móveis utilizados pela Polícia Federal e por equipes de segurança presidencial é o DroneGun Tactical. O dispositivo ganhou visibilidade em eventos de grande porte, como a cerimônia de posse presidencial em Brasília.
DroneGun Tactical – prateleira
Apesar do aspecto robusto, o modelo é considerado leve, com cerca de 7 quilos. A operação se assemelha à de uma arma convencional: o agente utiliza as duas mãos, aponta para o alvo e aciona o gatilho. No lugar de projéteis, porém, são disparados sinais de radiofrequência.
O uso exige treinamento específico e, no Brasil, é restrito às forças de segurança. Ao perder a comunicação com o operador, o drone pode passar a ser controlado pelo agente, que consegue redirecioná-lo ao ponto de decolagem ou realizar um pouso seguro.
Desenvolvido na Austrália, o equipamento identifica ameaças em até cinco tipos diferentes de radiofrequência. Ele possui antenas direcionais e permite selecionar a faixa de interferência mais adequada para neutralizar o alvo, segundo a fabricante DroneShield. Em ações realizadas em Brasília, agentes já conseguiram pousar drones suspeitos em locais seguros, evitando riscos à população.
Quando pode ser usado
A arma antidrones pode ser empregada para prevenir ataques, como a liberação de explosivos, e para interromper captações de imagens não autorizadas em áreas sensíveis. Também é usada no combate a crimes, como o transporte de celulares e drogas para presídios.
No Brasil, o DroneGun Tactical teve seu uso homologado em setembro de 2021 pela Anatel. Desde então, passou a integrar o arsenal de segurança em unidades prisionais e em operações de proteção de autoridades.
Especialistas ressaltam que o total divulgado de neutralizações não corresponde, necessariamente, a drones derrubados ou destruídos. O número inclui intervenções preventivas, bloqueios e impedimentos de aproximação, reforçando a estratégia brasileira de uso de tecnologias não letais para proteger autoridades e instalações estratégicas diante do avanço do uso civil de drones.
Vai perder o emprego contra os drones de fibra ótica russos.
Gambiarra’ russa: como são os drones com cabos de fibra óptica usados na guerra com a Ucrânia
A conexão física entre o objeto e o operador faz com que o dispositivo não seja interceptado por meios eletrônicos. Nova arma tem sido usada, principalmente, na região ucraniana de Donetsk.
Ao intensificar seus ataques na guerra com a Ucrânia, a Rússia tem utilizando uma nova arma: drones com cabos de fibra óptica, uma inovação “simples” que neutraliza as defesas eletrônicas eficazes contra drones tradicionais.
Na nova “gambiarra”, o dispositivo aéreo possui uma bobina fixada em sua parte inferior com dezenas de quilômetros de cabo óptico, o que conecta fisicamente o drone ao controlador. Conforme o objeto voa, esse cabo se desenrola e segue conectado ao controle.
O objetivo do equipamento é atacar e monitorar alvos ucranianos sem o risco de interceptação eletrônica, principalmente em áreas de trincheiras, na linha de frente da guerra entre os países. (entenda mais abaixo)
Nesse tipo de drone, os sinais de vídeo e controle são transmitidos através do cabo — diferentemente dos dispositivos tradicionais, que são operados por frequências de rádio. Ou seja, a existência de uma conexão física faz com que ele não sofra interferências por interceptores eletrônicos.
Respostas de 8
Esse sujeito mente igual o larápio, pai da mentira.
Abateu mais drones do que na guerra da Ucrânia 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🫣🫣🫣🫣🫣🫣
Isso aí não abate nem pipas, quanto mais Drones.
Vai perder o emprego contra os drones de fibra ótica russos.
Gambiarra’ russa: como são os drones com cabos de fibra óptica usados na guerra com a Ucrânia
A conexão física entre o objeto e o operador faz com que o dispositivo não seja interceptado por meios eletrônicos. Nova arma tem sido usada, principalmente, na região ucraniana de Donetsk.
Ao intensificar seus ataques na guerra com a Ucrânia, a Rússia tem utilizando uma nova arma: drones com cabos de fibra óptica, uma inovação “simples” que neutraliza as defesas eletrônicas eficazes contra drones tradicionais.
Na nova “gambiarra”, o dispositivo aéreo possui uma bobina fixada em sua parte inferior com dezenas de quilômetros de cabo óptico, o que conecta fisicamente o drone ao controlador. Conforme o objeto voa, esse cabo se desenrola e segue conectado ao controle.
O objetivo do equipamento é atacar e monitorar alvos ucranianos sem o risco de interceptação eletrônica, principalmente em áreas de trincheiras, na linha de frente da guerra entre os países. (entenda mais abaixo)
Nesse tipo de drone, os sinais de vídeo e controle são transmitidos através do cabo — diferentemente dos dispositivos tradicionais, que são operados por frequências de rádio. Ou seja, a existência de uma conexão física faz com que ele não sofra interferências por interceptores eletrônicos.
google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/mundo/noticia/2025/06/01/como-sao-os-drones-russos-com-cabos-de-fibra-optica-usados-na-guerra-com-a-ucrania.ghtml
Dúvido. Kkkkkkk
estao cadastrados 130 mil drones, vai mentir na casa do chapeu
kkkkkkkkk….ta loco
kkkkk, muito drone bozonarista na jogada.