Exército apresenta a Lula plano bilionário para defesa contra drones e ataques aéreos

Lula cumprimenta o novo comandante do Exército, o general Tomás Ribeiro Paiva - Ricardo Stuckert/Divulgação

 

Plano prevê investimentos de R$ 456 bilhões até 2040 para modernizar a defesa nacional diante da ameaça de drones, mísseis e ataques aéreos de alta precisão.

 

Em meio ao agravamento das tensões geopolíticas globais e à rápida evolução das tecnologias militares, o Exército Brasileiro apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um plano estratégico de longo prazo que prevê cerca de R$ 456 bilhões em investimentos para a modernização da defesa nacional até aproximadamente 2040.

O objetivo central do planejamento é preparar o país para novas ameaças militares, com ênfase em ataques realizados por drones, mísseis e sistemas de alta precisão — tecnologias que têm redefinido o perfil dos conflitos armados contemporâneos.

Elaborado pela Força Terrestre, o plano se baseia em estudos sobre guerras recentes, nas quais o uso combinado de drones, inteligência artificial e ações coordenadas demonstrou capacidade de superar sistemas defensivos tradicionais em questão de minutos. Diante desse cenário, a avaliação interna é de que o Brasil precisa atualizar seus meios de proteção e ampliar significativamente suas capacidades tecnológicas para enfrentar riscos futuros.

Segundo informações publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, o diagnóstico das Forças Armadas indica que o país ainda não dispõe de capacidade plena para reagir a ataques massivos com enxames de drones — tecnologia já empregada em conflitos recentes e considerada uma das principais preocupações das forças militares em todo o mundo.

Como resposta, o Exército decidiu reordenar suas prioridades estratégicas. O número de projetos considerados essenciais para a defesa nacional foi reduzido de 14 para sete programas principais, concentrando recursos em iniciativas avaliadas como mais urgentes no atual contexto internacional.

Do total previsto no plano, cerca de um terço dos recursos será destinado à aquisição de equipamentos e sistemas tecnológicos. Os dois terços restantes correspondem a custos operacionais, manutenção e funcionamento das estruturas militares ao longo do período de implementação.

Entre os projetos classificados como prioritários está o desenvolvimento de uma capacidade de defesa antiaérea de média altura — estrutura que hoje não existe de forma plena no Exército e que é considerada fundamental para a proteção de áreas estratégicas do território nacional.

A proposta é apresentada em um momento em que diversos países revisam suas estratégias de defesa diante das transformações no campo de batalha. Nesse contexto, o planejamento entregue ao governo busca orientar os investimentos necessários para adaptar a defesa brasileira às novas formas de guerra do século XXI.

Respostas de 11

    1. Verdade, isso sim tem relação com a defesa nacional, pois o jogador de polo bem adestrado pode lançar uma bola de bola e atingir um drone em vôo. Além disso, um bom cavaleiro pode saltar com seu cavalo e este pode dar coices nos drones. Agora falando sério, o nine deve estar se borrando de medo de que o homem alaranjado mande soltar umas bombas aqui.

  1. A força mais antiga é a Marinha, ela quem deveria apresentar tal projeto para o ministro da defesa e esse ao PR 9 dedos, está tudo desgovernado, o exército quer projetos de drones e defesa aérea, o correto é a FAB tomar conta, EB é infantaria e blindados, daqui apouco o eb vai querer caças, navios , submarinos, porta aviões. Kkkk
    Está tudo errado, cada macaco no seu galho.

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